segunda-feira, 29 de novembro de 2010

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Nuestra Vida

Eres el amor de mi vida
El destino lo sabía
Y hoy te puso ante mí
Y cada vez que miro al pasado
Es que entiendo que a tu lado
Siempre pertenecí



segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Mi Tiempo

Otra vez mi boca insensata
Vuelve a caer en tu piel de miel
Vuelve a mi tu boca duele
Vuelvo a caer de tus pechos a tu par de pies


segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Mi Paz

 Creo que estamos hechos en la misma sustancia 
Aunque nos separen somos como un iman 
Siento que vibramos en la misma frecuencia 
Esta conexion rebasa la realidad


domingo, 26 de setembro de 2010

Mi Conversación

Creo que estamos hechos en la misma sustancia
Aunque nos separen somos como un iman
Siento que vibramos en la misma frecuencia
Esta conexion rebasa la realidad


Mi Hogar

Superenamorándome
Colgada en tu mirada
Desojando las oras del día
Estampillada en tu alma


Mi Navidad (parte 2)

Que cada beso tiene amor sincero
Que no importa el mundo entero
Cuando tengo tu mirada frente a mi
Que cada sentimiento es verdadero
Que eres todo lo que quiero
Que no dudes

Mi Navidad (parte 1)

Todo lo que tengo,
Ahora forma parte de ti
Y en ese momento,
Olvidar el tiempo y vivir.
Y no... quedarme solo en el intento.


Mi Noviazgo

Mirala, perfume frances
Susurrame y caeré a tus pies
Gris luna en tu piel
Sabes que hago lo que debo hacer

Mi Placer

Tu amor me hace entrar
En medio del abismo
Tu amor me hace entrar
Sabes bien que es así
Lo supe desde siempre

Mi Sentimiento

Desde hace tanto tiempo guardo este sentimiento me siento unido a ti
 te veo y siento morir se lo que debo sentir y no lo puedo decir
amor ya no quiero fingir tonto soy si te me vas (…)
Juntos en silencio cuando hay tanto que decir siempre juntos 
Juntos y distantes cuando hay tanto por vivir
Juntos soñando los dos un momento mágico juntos somos tu y yo y el amor

Mi Familia

Quiero donar tu sonrisa a la luna así que
De noche, quien la mire, pueda pensar en ti
Porque tu amor para mi es importante
Y no me importa lo que diga la gente


Mi Odio

Por mais que Bella achasse que Edward ir para todos os lados com ela era um pouco demais, ela jamais poderia negar que o ter, junto a ela em momentos como hoje, era sempre bom e divertido.

Andavam pelo shopping com sacolas, sorrisos e cumplicidade. Ela sempre seria a única a tirar um sorriso do rosto de Edward, enquanto ele carregava muitas compras. Coisa que não acontecia com sua irmã Alice. Porque mesmo sendo sua irmã, ela não era Bella.


Mi Preciosa

Seras fantasia, o seras realidad 
Seras mi agonia o mi felecidad 
Seras mi preciosa o mi peor mal 
Seras mi desvelo o mi angel guardian 
tu eres simplemente, tu mi otra mitad 
eres mi ideal en mi manera de amar.

 
Em uma manhã de dezembro, Bella esperava Edward em uma cafeteria para irem juntos fazerem compras de Natal. Ele insistiu para ir buscá-la em casa, mesmo ele acabando de chegar de uma viagem sendo mais simples ele ir com seu carro, que se encontrava no aeroporto, diretamente para o local, ela bateu o pé e fez cara feia. Ela só iria andar 5 minutos do seu apartamento para o local, ele e sua mania de super-proteção, não a deixava ir na esquina sem ele estar junto. Não que ela reclamasse da companhia de Edward, mas ela já era uma mulher e não mais a garotinha de 11 anos.

Mas das compras ela não conseguiu fugir do seu melhor-amigo-guarda-costas, ele jamais deixava ela ir às compras sozinha, nem todos conseguiam entender, e ela não poderia andar para cima e para baixo com aquele bendito bloquinho.

Bella olhou para a neve suave que cobria as ruas de Nova York. Ocupando uma mesa ao lado da janela, ela observava os finos flocos caírem do céu. O local estava cheio, todos queriam uma boa xícara de café para esquentar o sangue.

Ela tamborilou os dedos na mesa, procurando algum sinal de Edward, ou de seu Volvo incrível, que brilhava a distância. Ele só não amava mais o Volvo do que amava Bella, ele disse a ela uma vez.

— O que a senhorita deseja? – uma garçonete de cabelos ruivos parou ao lado da mesa de Bella, e com um sorriso forçado em seu rosto estava tentando dizer “ou compra, ou caia fora.”

Sem seu bloquinho, celular ou qualquer coisa para se comunicar, Bella fez um gesto para a garçonete esperar. Essa rolou os olhos e saiu para atender outro cliente.

Dez minutos depois voltou, e Bella olhava pela janela, tentando ver se o cara de cabelos cor de bronze, aparecer de algum canto, mas a neve deixava a janela embaçada, então era difícil.

— Senhorita, o local está cheio, por favor faça seu pedido – a garçonete voltou a pedir e Bella repetiu seu gesto.

A garçonete contou até 10 mentalmente antes de respirar fundo e sair.

Cinco minutos voltou fumegando. E sua paciência com a moça da mesa solitária que não pediu nem um copo de água estava esgotado.

Bella olhava para suas mãos, suspirando. Edward teria esquecido dela? Estaria preso na neve? Estaria preso por (argh) Tãnya? Ela sacudiu a cabeça, Tânya, impossível eles terminaram a dois meses.

— Olha senhorita eu fui educada o suficiente será que dá para falar o que quer? Será que é difícil abrir a boca e falar de uma vez – o tom da voz da garçonete fez Bella esconder mais seus olhos por trás de seus cílios. Mas ela não esperava o que estava por vir.

— Claro que é difícil ela abrir a boca e dizer algo. Ela é muda – Bella levantou os olhos da mesa, e encontrou Edward lindo, deslumbrante, só faltava um brilho em volta dele, paro ao lado da garçonete estressada, que não se decidia se babava pelo Deus grego ou morria de vergonha pelo o que fez.

— Des-desculpe-me eu não sabia e...

— Não se preocupe, sim – Edward estendeu a mão para Bella que a segurou, entendendo que ele queria que ela saísse desse local. – Vamos Bella temos muito o que fazer.

— Desculpe novamente – a garçonete voltou a dizer.

— Olha senhorita, não vou falar isso somente por Bella, mas pelos seres-humanos, ninguém gosta de ser tratado como cachorro, você gosta?

— N-não – ela respondeu.

— Então comece a tratar as pessoas por aqui melhor. Tenha um bom dia – ele disse enquanto tirava Bella do local levando-a pela cintura.

Bella notou que todos lá dentro tinham olhado para eles e assistido o pequeno espetáculo. Suas bochechas ardiam, ela sabia como Edward ficava quando aconteciam essas coisas, mas não devia ser sempre assim tão… agressivo.

O Volvo estava na esquina, Edward destravou as portas e abriu para Bella entrar, dando a volta e indo para o seu assento. Quando ele ia ligar o carro, ela puxou seu casaco.

Você tem que se controlar Edward.*

* todas as vezes que for usado linguagem de sinal, ou alguma forma de comunicação de Bella, será usado o itálico.

— Bella ninguém tem o direito de te tratar daquela forma – ele tentou amenizar o nervoso dela, puxando uma das cordinhas do seu casaco, deixando-a mais agasalhada. – Vamos para outro local, e é por isso que não gosto que você saia sozinha.

Bella bufou e rolou os olhos. Edward riu aquela era uma das cenas mais fofas que Bella fazia. Suas bochechas vermelhas pelo nervoso, ele não podia reprimir seu impulso de tocar sua pele quente pelo rubor. O fez lembrando-se de quando a conheceu.

Edward estudava em um bom instituto de Forks, na adolescência ele era um garoto popular. As garotas suspiravam por ele pelos cantos, não que ele gostasse disso, mas era somente a conseqüência do seu dinheiro mais sua beleza.

Bella precisava de uma escola com professores que pudessem ensinar para ela, e também entendê-la, ela encontrou o lugar perfeito. Uma das coisas que Bella mais gostava de fazer era pintar, pensava que assim poderia se expressar. Ela descobriu que existia muitas formas de fazer isso, sem ser com a fala, e ela explorou todas as opções que pode, e optou pela pintura.

Em uma aula de artes, Edward tentava montar alguma coisa naquela tela branca que era como o bicho papão para ele. De soslaio, observou uma menina no canto, com os cabelos lisos e soltos como uma manta, de costas para ele, pintando como se aquilo fosse a coisa mais natural no mundo.

De longe parecia uma mulher com cabelos longos e cacheados em uma linda vestimenta verde. Ele aproveitando que a professora tinha saído da sala foi atrás dela, totalmente agido por impulso.

Quando se aproximou ele viu que a mulher tinha grandes olhos de cor de chocolate e uma pele branca como leite. Era uma grande pintura.

— Olá – ele disse timidamente. A garota virou-se sorrindo e ele perdeu o ar.

Ela era muito parecida com a pintura, só que a mulher já era adulta, e tinha alguns traços diferente em seu rosto, mas definitivamente eram parecidas. Os olhos, sim os olhos cor de chocolate que cintilavam e transbordavam bondade.

Bella pegou seu bloquinho e escreveu: Olá! =)

— Por que você escreveu no papel? - Edward franziu a testa.

A menina mordeu o lábio e suas bochechas ficaram rosadas. Ela escreveu no bloco e mostrou para ele: É que eu sou muda.

— Oh, desculpe-me, eu não queria te ofender. É… eu sou Edward Cullen e você.

Ela voltou para seu bloco: Isabella Swan, mas me chame de Bella, eu prefiro assim.

— Bella. Combina com você.

As bochechas dela devem ter atingido 10 tonalidades diferentes de vermelho, enquanto ela escrevia: Obrigada!

A maioria dos alunos não gastavam tempo com ela, pois perdiam a paciência dois minutos depois, pelo fato dela ter que escrever sua pergunta.

Edward estava ao lado dela a dois minutos e meio, é um novo recorde.

— Quem é na pintura?

— Minha mãe. Ela morreu quando eu nasci – ele dessa vez olhou enquanto ela escrevia. Ela levantou os olhos, e contemplou aqueles lindos olhos verdes cristalinos.

— Sinto muito. É uma belíssima pintura, tem alguns traços do seu rosto, o nariz, o formato da boca, a cor dos seus cabelos, e principalmente os olhos – Bella sorriu para a observação dele.

O sinal indicava o fim da aula, e a professora entrou dizendo que na próxima aula eles continuariam a pintura. Todos se organizaram para sair.

— Você vai para casa agora? – ele perguntou quando sentaram em um banco em frente a escola.

Sim, meu irmão vem me buscar, ele não gosta que eu ande sozinha.

— Ele está certo, as pessoas não devem respeitar você como merece – então o carro do irmão de Bella, parou em frente a escola.

Meu irmão – ela escreveu. – Foi um prazer te conhecer Edward, até a próxima aula.

— Também gostei de conversar com você Bella.

Ele timidamente deu um beijo na bochecha dela, que agora já estava roxa. Ele escondeu um sorriso, começou a achar aquela reação dela adorável. Acompanhou-a com os olhos até ela entrar no carro e sumir na esquina.

Doze anos depois eles estavam crescidos, compartilhavam segredos e uma xícara dupla de cappuccino.

Edward você deveria ter pedido algo individual – Bella disse com suas mãozinhas delicadas e geladas pela neve.

— Relaxa Bella, você não esta gostando de dividir comigo?

Claro que estou, mas Edward queria falar sobre o que aconteceu na cafeteria, eu sei que é chato, mas eu tenho 23 anos, sei me cuidar.

Edward riu baixinho e pousou sua mão quente na pele fria e branca de Bella.

— Bella você sabe se cuidar, mas eles não te respeitam mi preciosa – ele escovou aquela pele delicada com seus dedos. – Não gosto que te tratem mal. Você é especial, não no sentido da sua deficiência, mas você é especial por ser quem é. Tem um coração bom e puro, seu olhar é tão inocente cariño. As pessoas nunca vão entender que um simples detalhe não nos torna diferente – ela suspirou e inclinou sua cabeça levemente sobre a mão de Edward.

Tudo bem, mas tente se controlar. Nem sempre as coisas saem como queremos, e nem todos tem uma paciência para aguentar alguém falar como deve ou não tratar uma pessoa. Eu não sou quebrável Edward, algumas coisas me ferem, mas depois passa porque eu vejo que não tem importância. –  Ele acompanhava bem os movimentos das mãos dela, ele estudou lingua de sinais para poder se comunicar com ela, sem precisar de um bloco de notas.

Alguns movimentos, gestos e códigos eram somente deles, era ótimo quando estavam com a família. Bella criou vários códigos para poder conversar com todos os próximos, sem que eles precisassem todos fazer curso de língua de sinais.

— Não, mi preciosa. Desculpe, mas não vou deixar de te defender.

Ela suspirou, e abriu um meio sorriso em seu rosto.

Eu tentei, mas sei que nunca vai deixar de cuidar de mim.

Ela fechou os olhos e se permitiu desfrutar dos toques de Edward. Sua pele quente aquecendo a sua que estava fria.

Era impossível ficar com raiva dele, mesmo se ela quisesse. Sua voz sedosa e rouca a fazia esquecer até do porque ela deveria estar com raiva dele. Era o efeito de deslumbre de Edward Cullen, desde seu cheiro até seu olhar, ele sabia como usar a seu favor. Mas ele sabia que conseguia amolecer seu coraçãozinho de marshmallow, falando espanhol.

Edward às vezes tinha vontade de colocá-la em seu colo, envolve-la em seus braços e proteger seu delicado coração de qualquer maldade do mundo. Ela era uma bonequinha de cristal, que a qualquer golpe poderia ser quebrada, mesmo que ela insistisse que não era assim, ele a conhecia melhor do que ela mesma.

Bella era tudo para Edward, e pela qual ele seria capaz de passar por cima de tudo, só para deixá-la completamente bem.

Prólogo

Un Angel - Camela

Pasa las noches en vela
Recordando ese amor que ya no va volver
Camina sobre la arena del mar
Mientras las olas acarician sus pies
Su mirada está triste
Mirando al cielo se pregunta
Porque no le dio tiempo a disfrutar
Solo un poquito más de él
Y dice él un angel de cristal
Que la ilumina cada noche
Que con ella suele pasear
Y se conforma con mirarla
Ella no sabe que a su lado está
Él que nunca la abandonará
Su amor por siempre vivirá
Puede sentir los abrazos
De la brisa del mar, como se los daba él
La luna no quiere verla llorar
Cierra los ojos y suspira a la vez
Y sentada en la orilla
Escribe versos dedicados a él
Muy temblorosa al terminar
Le marca un beso en el papel
Y dice él un angel de cristal
Que la ilumina cada noche
Que con ella suele pasear
Y se conforma con mirarla
Ella no sabe que a su lado está
Él que nunca la abandonará
Su amor por siempre vivirá